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Sistemas web sob medida para o jeito que a sua empresa já trabalha.

Sistemas, integrações e sites construídos do zero, rodando no navegador — sem nada para instalar. Você não precisa mudar como trabalha para caber num sistema: conta como a operação funciona de verdade, com as exceções que nenhum produto de prateleira entende, e a gente constrói em cima disso.

  • Você acompanha desde a primeira semana
  • O código é seu, do começo ao fim
  • Depois de entregue, continua tendo quem chamar

O que a gente mais ouve, e o que vira

  • Queixa de quem procura a gente:A planilha virou o sistema da empresa.

    O que vira: Continua parecendo a sua planilha. Só que três pessoas mexem ao mesmo tempo, ninguém apaga a linha do outro, e dá para voltar no que estava ontem.

  • Queixa de quem procura a gente:Cada setor tem um programa e nenhum conversa com o outro.

    O que vira: O pedido que entra na venda aparece sozinho na expedição e no financeiro. Ninguém precisa avisar ninguém.

  • Queixa de quem procura a gente:Tem gente digitando o que sai de um lugar e entra no outro.

    O que vira: A digitação deixa de existir. Quem fazia isso volta a fazer o trabalho para o qual foi contratado.

  • Queixa de quem procura a gente:O sistema faz quase tudo. Falta justamente o que a gente mais usa.

    O que vira: O que falta a gente constrói do lado, ligado no que você já usa. O seu sistema atual continua onde está.

E a sua, qual é?

Conta aqui embaixo o que mais atrapalha hoje, com as suas palavras. Quem responde é a Agi, a assistente do site: na hora, sem cadastro e sem formulário, perguntando o que a gente precisaria saber antes de uma primeira conversa. Se preferir seguir no celular, ela leva o fio para o WhatsApp sem que você repita nada.

Agi

Assistente da Agility · responde na hora

Conta em uma frase o que mais atrapalha no seu dia a dia. A Agi vai perguntando o resto.


O que fazemos

Todo projeto começa por um destes cinco.

E raramente termina só nele. Um sistema novo quase sempre precisa conversar com o que já existe, e uma automação costuma revelar um processo que vale a pena repensar antes. A gente identifica isso logo no começo, para não virar surpresa no meio do caminho.

  • Sistema sob medida

    Do zero, para uma operação específica.

    Quando o que a empresa faz não cabe em nada que dê para comprar pronto.

  • Integração entre sistemas

    Fazer conversar o que você já usa.

    Em vez de alguém copiar de um sistema e colar no outro toda manhã.

  • Automação de rotina

    Tarefa repetitiva sai da mão de alguém.

    O relatório de segunda-feira já está pronto quando você chega.

  • Evolução do que já existe

    O sistema atual fica. Construímos em volta.

    Ninguém quer trocar de ERP no meio do ano. E quase nunca precisa.

  • Sites e páginas de venda

    O site da empresa, sem tema pronto.

    Do institucional à página que existe só para uma campanha converter.

Na prática

A tecnologia que a gente usa, rodando em vez de descrita.

Lista de nomes difíceis não diz nada a quem contrata — o que diz é o que aquilo faz no seu dia a dia. Então pedaços dela estão aqui, funcionando, para você mexer: uma planilha virando sistema, dois setores trocando informação na hora, e a sua rotina de segunda-feira virando um número em reais. Mais um negócio inteiro, do fornecedor ao cliente final, em página própria. E, para quem entende do assunto, a ficha técnica deste site logo abaixo.

Experimente agora

Demonstrações que funcionam de verdade, no seu navegador.

  • Arraste uma planilha sua e veja ela virar um sistema, com busca e cadastro — e sem sair do seu computador.
  • Lance um pedido numa tela e acompanhe ele aparecer no seu celular, na hora.
  • Descreva a sua rotina de trabalho e veja quanto ela custa por ano.

Sem cadastro e sem instalar nada.

E a maior de todas

Um sistema de gestão inteiro, e você nos dois lados dele.

Cadastre uma empresa pelo CNPJ, compre de um fornecedor, dê entrada na mercadoria pela nota que ele emitiu e ponha o seu preço. Aí atravesse o balcão: abra a loja como cliente, compre, pague e receba a nota fiscal e o prazo de entrega no seu e-mail. São sete etapas, e nenhuma delas pede cadastro.

Ficha técnica

Se alguém da sua equipe for avaliar isto por dentro, os números estão aqui. Todos se conferem nesta página, com o inspetor do navegador aberto.

  • Zerorequisições a terceiros

    Fontes e scripts saem do nosso próprio domínio. Sem CDN, sem rastreador, sem pixel de rede social.

  • 157 a 189 kBna primeira visita, tudo somado

    JavaScript, CSS e as duas fontes que o site serve por conta própria. Na segunda visita, quase nada: os arquivos são imutáveis e ficam no cache.

  • 68 a 101 kBde JavaScript comprimido

    Da página mais leve à mais pesada do site, na primeira visita. O texto vem pronto do servidor: com o JavaScript bloqueado, a página inteira continua legível. Uma exceção, e ela é grande: abrir a DANFE na demonstração do ciclo busca mais 592 kB de pdf.js — sob demanda, e do nosso domínio como todo o resto.

  • 4,5:1de contraste, no mínimo

    São duas medições. Os 56 pares de cor declarados no CSS, conferidos um a um. E cada nó de texto visível de cada página, nos dois temas, medido num navegador de verdade com o fundo efetivo empilhado — que é a conta que o olho faz.

  • Sem JSo contato continua de pé

    Com o script bloqueado, o formulário vira HTML puro e a mensagem chega no servidor do mesmo jeito.

PHP 8.5 · Laravel 13 · Vue 3 · Inertia 3 · TypeScript estrito · Tailwind 4 · MySQL


Como trabalhamos

Sem caixa-preta: você vê o sistema de pé desde as primeiras semanas.

Poucos projetos ao mesmo tempo, e sempre com a mesma equipe do começo ao fim. Quem senta com você na primeira conversa é quem vai escrever o código, e continua sendo quem atende depois que o sistema entra no ar.

  1. Etapa 1

    Conversa

    A primeira reunião é para escutar. Você conta o que mais atrapalha hoje e sai dela sabendo o que dá para resolver primeiro, em que ordem e por onde a gente começaria.

  2. Etapa 2

    Diagnóstico

    Passamos um tempo dentro da operação para ver o trabalho acontecendo. É onde aparecem as exceções que ninguém lembra de contar numa reunião.

  3. Etapa 3

    Construção

    Você acompanha o sistema funcionando desde as primeiras semanas, em partes que já dá para usar. Nada de sumir três meses e voltar com uma surpresa.

  4. Etapa 4

    Convivência

    Depois que entra no ar, o sistema continua mudando junto com a empresa. Fica alguém conhecido para chamar quando precisar ajustar.

Propriedade e continuidade

O código é seu desde o primeiro dia.

Contratar sistema sob medida costuma vir junto com o medo de ficar preso a quem construiu. É uma preocupação justa, e a resposta não pode ser uma frase de efeito — tem que estar no contrato e no repositório.

  • Repositório no seu nome

    O código vive numa conta da sua empresa desde o primeiro dia. Você não pede acesso quando o projeto acaba: você já tem desde antes de ele começar.

  • Sem amarra de fornecedor

    Ferramentas abertas e padrão de mercado, sem componente proprietário nosso no meio. Se um dia outra equipe assumir, ela abre o projeto e entende o que está escrito.

  • Continuidade depois da entrega

    O sistema muda junto com a empresa, e quem atende continua sendo quem construiu. Você chama uma pessoa que conhece o seu processo, não uma fila de suporte.


Perguntas frequentes

O que costumam perguntar antes de começar.

Que tipo de sistema vocês fazem?
Sistema web: roda no navegador, no computador da empresa e no celular, sem instalar nada e sem depender de uma máquina específica. É o que as demonstrações desta página mostram funcionando. Aplicativo nativo de loja, programa de instalar no Windows e software embarcado em equipamento não são o nosso trabalho — e quando é disso que você precisa, dizer agora sai mais barato para os dois.
Como funciona trocar uma planilha por um sistema?
Começa por um levantamento das regras que estão escondidas na planilha — as fórmulas, as cores que significam alguma coisa, o que uma pessoa confere de cabeça. Essa parte costuma ser a mais demorada, e é ela que define prazo e custo. Depois os dados migram e um primeiro recorte vai para uso; o resto entra em cima do que já está funcionando.
Vocês trabalham com o sistema que a empresa já usa?
Sim, e é o caso mais comum. Quase nunca a resposta é trocar tudo: construímos em volta do que já existe, integrando o ERP, o e-commerce ou a planilha que ninguém quer perder. Substituir o sistema inteiro é a exceção, e só quando ele é o problema.
Vocês integram com o webservice da SEFAZ?
Sim, e é a parte que costuma dar mais trabalho do que parece. Emitir é uma chamada; o que sustenta a operação é o resto — o certificado A1 fica com a empresa e o sistema assina do lado dela, a autorização volta com um protocolo que precisa ser guardado junto do XML, cada código de rejeição pede um tratamento diferente, e ainda há o que fazer quando a SEFAZ está fora do ar. A chave de acesso desta página é montada e conferida com a conta de verdade, e dá para testar a sua antes de qualquer conversa.
Fico preso a quem construiu o sistema?
Não. O código vive num repositório da sua empresa desde o primeiro dia, feito com ferramentas abertas e padrão de mercado, sem nenhum componente proprietário nosso no meio. Se um dia outra equipe assumir, ela abre o projeto e entende o que está escrito.

Conta o problema. O resto a gente resolve junto.

A primeira conversa é sem compromisso e leva cerca de uma hora. Você conta como a operação funciona hoje e a gente volta com o que dá para resolver primeiro, em que ordem e em quanto tempo.

O que for mais fácil para você responder.

Sem captcha e sem rastreador.

Desliga a internet e manda mesmo assim: a mensagem fica guardada no seu navegador e sai sozinha quando a conexão voltar.